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sexta-feira, 7 de novembro de 2014

OS ADVERSÁRIOS: FERNANDO REIS- MUNDIAL DE LEVANTAMENTO DE PESO

Começa neste sábado, dia 8 de novembro, o mundial de levantamento de peso 2014. O Brasil terá 7 homens e 3 mulheres na categoria sênior. Não há expectativa de medalha, mas a principal chance de bom resultado é mais uma vez com Fernando Reis, na categoria acima de 105kg. Ele é o principal atleta brasileiro da modalidade.

O 1º mundial de Fernando foi em 2010, 26º colocação. No mundial 2011 foi 17º com 393kg. No Pan de Guadalajara levantou 410kg no total conquistando o primeiro ouro do Brasil na história da modalidade. Na Olimpíada de Londres fez 400kg no total, terminando em 12º. No mundial 2013, repetiu os 410kg de Guadalajara e acabou na melhor colocação de um brasileiro em mundiais, 7º lugar. 


Neste ano, Fernando  teve uma lesão no joelho que o tirou da disputa pelo título do Pan-Americano. Já recuperado, espera pelo menos ficar entre os 7 melhores do mundo. 

A categoria acima de 105kg só será disputada no último dia do evento, domingo da semana que vem. A briga pelo ouro deve ficar entre o russo Albegov e o iraniano Salimi. Confira os principais adversários do brasileiro. 




Behdad Salimi- Irã-  é o atual campeão olímpico. Campeão mundial em 2010 e 2011. Este ano venceu os Jogos Asiáticos.

 



Ruslan Albegov- Rússia- atual campeão mundial e  bronze na Olimpíada de 2012. Campeão europeu em 2012 e 2013.

 





Aleksey Lovchev- Rússia- bronze no último mundial. Atual campeão europeu

Mohamed Massoud- Egito- 4º colocado no último mundial

Yauheni Zharnasek- Bielorrússia-
5º no último mundial

Ruben Aleksanyan- Armênia- vice-campeão europeu

Almir Valagic- Alemanha - bronze no último campeonato europeu e 8º na Olimpíada

Peter Nagy- Hungria- 6º no último mundial
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terça-feira, 4 de novembro de 2014

ENTREVISTA DA SEMANA: ROBSON CONCEIÇÃO- BOXE

A entrevista desta semana é com um dos principais atletas do nosso boxe na atualidade:  ROBSON CONCEIÇÃO. Junto com Everton Lopes e Patrick Lourenço devem brigar por medalhas na Olimpíada de 2016. Robson foi medalhista de prata no último mundial em 2013. Neste ano estreou na Aiba Pro Boxing, Liga profissional da Associação Internacional de Boxe e venceu a 1º luta. A competição dará vagas para a Olimpíada. O baiano tem 26 anos e respondeu 7 perguntas.

1- Como você avalia 2014 e a estréia na Liga Aiba Pro Boxing?

Foi um ano de poucas lutas,  porém um ótimo resultado com uma vitória na liga WSB. Além disso fui  campeão sul-americano e agora estreei na Aiba Pro Boxing  com vitória muito boa. Ainda faltam 3 para conquistar uma vaga olímpica e estou bem preparado


2- Como foi lutar 6 rounds para um atleta acostumado a lutar 3 no boxe olímpico?
Lutar 6 rounds foi um pouco mais difícil, mas eu já havia lutado 5 rounds. Com uma boa preparacão e alimentação consigo lutar até 10 rounds


3- Você será apontado como um candidato a medalha em 2016. Como será lidar com essa pressão?
De uma certa forma a pressão não é  muito boa. Por mas outro lado ouvir a torcida brasileira gritando por seu nome e Brasil será muito emocionante. Melhor ainda será cantar o hino junto com todo o país.


 4- Alguma coisa mudou na sua vida após a medalha no mundial de 2013, em termos financeiros e de reconhecimento público?
 Sim,  ajudou bastante. Hoje faço parte dos atletas podium e sou um pouco mais reconhecido pelo público

5- O que você mais gosta e o que menos gosta na vida de atleta?
Não gosto de estar longe de minha família,  ainda mais agora que tenho uma filha de apenas dois meses de idade . O que eu mas gosto é de treinar e lutar. E não gosto de viagens muito longas.


6- A que se deve a evolução do boxe olímpico brasileiro nesta última década?

A força de vontade e determinação de cada um de nós e aos apoios e incentivos que melhoram nos últimos tempos

7- Cite quem te apoia e patrocina.
Petrobras, Confederação Brasileira de Boxe, Bolsa podium, Marinha e bolsa estadual
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domingo, 2 de novembro de 2014

GINÁSTICA TRAMPOLIM- MUNDIAL NOS EUA NESTA SEMANA

Começa dia 7 de novembro em Daytona, EUA, o mundial de ginástica trampolim. É  mais uma modalidade olímpica, apesar do Brasil nunca ter classificado um atleta para uma edição de Jogos Olímpicos. A delegação brasileira terá 8 atletas, segundo consta no site da competição. O objetivo é chegar a uma final entre os 24 melhores. As maiores chances são no feminino. Camila Gomes  foi a melhor brasileira no mundial 2013 em 27º. Por 3 posições não chegou a final. Além disso, Camila foi prata no Festival Panamericano este ano. Joana Perez foi 35º no mundial. Já Giovana Matheus ficou próxima de disputar a última Olimpíada. As 3 estarão em ação nos EUA, junto com Ingrid Maior. 

A equipe masculina também terá 4 atletas. Rafael Andrade foi o melhor brasileiro no último mundial em 38º.  Carlos Ramirez Pala já participou de mundiais e Jogos Panamericanos.  Completam a equipe Breno Souza e Bruno Martini. 




HANDEBOL- SELEÇÃO MASCULINA CONQUISTA TORNEIO QUATRO NAÇÕES  

Foram 3 vitórias apertadas, mas a seleção masculina conquistou o título do Torneio Quatro Nações em São Bernardo do Campo, São Paulo. Na estreia 29 a 27 na Argélia. No 2º jogo, 23 a 20 no Egito e no último jogo 25 a 24 na Argentina, eterna rival continental e que nos tirou da última Olimpíada. O Egito foi vice, Argentina em 3º e Argélia em 4º 

Os 3 países costumam disputar campeonatos mundiais. Em 2011 por exemplo, ficaram a frente do Brasil. Em 2013, o Egito chegou as oitavas de finais, assim como o Brasil.

No dia 15 de janeiro de 2015 começa o mundial no Catar. Na última edição o Brasil conseguiu passar da 1º fase e espera repetir o feito nesta edição.


BADMINTON- LUANA É VICE NO BRAZIL INTERNACIONAL CUP
Estive na manhã de domingo no clube Paulistano. Pela 1º vez fui acompanhar ao vivo uma competição de badminton. No Brazil Internacional Cup com atletas das Américas e alguns europeus, o melhor resultado brasileiro veio com Lohaynny Vicente. Ela ficou com a prata ao perder para a americana Iris Wang, cabeça de chave 3, por 3 sets a 0. A brasileira fez bom jogo, mas acabou desperdiçando pontos importantes em momentos de equilíbrio da partida. Pela juventude, acredito que Lohaynny pode ser uma atleta Top 30 em alguns anos. Ainda na chave feminina, Fabiana da Silva foi bronze. 

Na chave masculina  o destaque brasileiro foi  o garoto Ygor Coelho. Ele veio do qualifying e eliminou nas oitavas de finais Sattawat Pongnairat dos EUA, cabeça de chave 3. Mas parou nas quartas de finais assim como Alex Tjong. O título ficou com o sueco Henri Hurskainen, cabeça de chave número 1, que superou o cubano Osleni Guerrero. Na dupla masculina Daniel Paiola e Hugo Arthuso foram bronze. Na dupla feminina e dupla mista o Brasil ficou sem medalhas.


HIPISMO- BRASIL VENCE SUL-AMERICANO NO CCE

Foi disputado em Barretos o Sul-Americano de CCE, o Concurso Completo de Equitação. Sem os 3 titulares que competiram no mundial, o Brasil levou o título e a vaga para o Pan de Toronto 2015. Formaram a equipe Henrique Pinheiro, Serguei Fofanoff, André Paro e Marcio Carvalho Jorge. Aliás, Marcio Jorge estava escalado no mundial, mas por problemas com o cavalo não conseguiu competir. O título individual do CCE também foi do Brasil com Henrique Pinheiro.

VÔLEI DE PRAIA- PÓDIO BRASILEIRO NA ARGENTINA

O título do circuito mundial 2014 já está definido no feminino para Juliana e Maria Elisa. Tivemos em Parana na Argentina, mais uma etapa do circuito. E o título ficou com Larissa/ Talita, imbatíveis depois que se juntaram em junho. Prata para Maria Clara/ Carol e bronze para Lili/Rebecca. As principais duplas dos EUA e Europa, não disputaram esta etapa. No masculino o Brasil não enviou suas principais duplas e ficou sem medalha.


sexta-feira, 31 de outubro de 2014

FLÁVIO CANTO- JUDÔ- BRONZE NA OLIMPÍADA 2004


Momentos históricos do esporte brasileiro

Hoje eu lembro da medalha de bronze de Flávio Canto na Olimpíada de 2004,  categoria 81kg.  Flávio nasceu em Oxford na Inglaterra. Voltou ao Brasil aos 2 anos. Não tem no currículo medalhas em mundiais. Ele já havia disputado a Olimpíada de Atlanta em 1996 ficando na 7º colocação. Em 2000 foi apenas como reserva.

Em Athenas  precisou vencer 5 lutas para chegar a medalha. Na época qualquer judoca que perdesse na 1º ou 2º luta para um adversário que avançasse até as finais, tinha chance de disputar a repescagem pelo bronze.

A campanha: Flávio estreou com vitória sobre Mario Antonio Valles da Colômbia. Na sequência uma vitória fundamental. Bateu Aleksei Budolin da Estônia, prata no mundial 2001 e bronze na Olimpíada de 2000. Nas quartas de finais perdeu para Dmitri Nossov da Rússia. Na repescagem vitória sobre Roberto Meloni da Itália,  Kwon Young Woo da Coréia do Sul. Na luta que valeu o bronze contra Robert Krawczyk da Polônia que vinha de um bronze no mundial 2003.

O ouro ficou com Ilias Iliadis da Grécia que luta até hoje e tem 3 títulos mundiais e duas medalhas olímpicas. Prata para Roman Gontyuk e o outro bronze para Dmitri Nossov da Rússia  


Reveja a luta que deu o bronze ao brasileiro Flávio Canto 







terça-feira, 28 de outubro de 2014

ENTREVISTA DA SEMANA: GABRIEL CURY- HIPISMO CCE

Meu entrevistado desta semana é a jovem revelação do hipismo CCE brasileiro. Aos 20 anos, Gabriel Cury estreou na seleção no Mundial de Esportes Equestres este ano e ajudou na inédita 7º colocação da equipe. No individual ele foi 42º.  Lembrando que o CCE engloba 3 provas do hipismo: cross-country, adestramento e saltos. Nesta entrevista, Gabriel  comenta sobre a estréia na seleção, a evolução do Brasil no adestramento e o interesse pela modalidade no nosso país.

1- Como você avalia a participação brasileira no Mundial de Esportes Equestres ?

     Acabamos na 7º posição após  um caso positivo de doping do time da França. Foi o melhor resultado em Jogos Mundiais do time de CCE em sua história. Isso é muito gratificante !!

2- Das modalidades que compõem o CCE, o Brasil sempre tem maiores dificuldades no adestramento. Como melhorar nessa disputa?

     Hoje em dia temos como treinadora de adestramento a amazona britânica Anna Ross Davies. Com ela no time desde o ano passado, sentimos uma evolução visível. Esse é o caminho


3- Em várias competições importantes um cavaleiro brasileiro  é convocado mas acaba não conseguindo competir por problemas com o cavalo. Isso é comum em outros países também?

     Sim é comum em todos os países porque a preparação de um cavalo de CCE é muito forte  e as vezes alguns acabam se machucando. Só que nos outros países eles tem 2 times esperando pra serem chamados. No Brasil ainda temos poucos cavaleiros fazendo o esporte em alto nível

4- Como se sentiu na estreia da seleção em um mundial e seu relacionamento com os demais integrantes da seleção?
     Fiquei muito feliz . Nem esperava essa vaga. Fui para Europa  evoluir bastante e acabou acontecendo a convocação. O  relacionamento foi muito bom. Todos me ajudando. 



5- Conte sobre sua carreira: como começou no hipismo e onde treina.
     Comecei no hipismo com 7 anos na escola de equitação Guega. Hoje em dia treino na hípica de Ribeirão Preto e tenho meu principal cavalo na Europa.

6- Em qual das 3 provas que compõe o CCE você tem melhor desempenhos e qual  você acredita que precisa evoluir?

     Tenho o melhor desempenho no salto que foi onde eu comecei  e preciso evoluir muito no adestramento

7- Quais as principais dificuldades que um atleta de CCE enfrenta?

     CCE é  muito completo então o cavaleiro tem que ser completo também. Para chegar no alto nível  tem que ser impecável em tudo. Essa é  a maior dificuldade

 8- Com a Olimpíada no Brasil aumentou o interesse da mídia por modalidades como o CCE? E o interesse de novos atletas no Brasil?

  Aumentou sim mas ainda pode aumentar muito mais. E com a questão dos atletas aumentou muito pouco. Temos que pensar que após a Rio 2016 tudo continuará normal e precisaremos formar cavaleiros para as demais Olimpíadas

9- Cite quem te apoia e patrocina.

     Minha família,
o ministério dos esportes,  o COB e a Confederação de Hipismo ! É  muito difícil no Brasil conseguir patrocínio no hipismo por ser um esporte de pouca divulgação

domingo, 26 de outubro de 2014

TIRO COM ARCO- ANE MARCELLE É BRONZE NO PAN


Mais um nome surge com destaque no tiro com arco brasileiro: Ane Marcelle dos Santos, apenas 19 anos. Ela foi bronze no Pan de Rosário na Argentina. O ouro ficou com a americana Khatuna Lorig, que já foi até medalhista de bronze olímpica com a equipe americana em 1992.

No masculino nosso fenômeno de apenas 17 anos, Marcus Vinicius D'Almeida caiu nas oitavas para Sean Mclaughilim dos EUA que acabaria com a prata. Daniel Xavier nosso representante olímpico em Londres também caiu nas oitavas. Ouro para Jake Kaminski dos EUA. 

Nas disputas por equipes o Brasil parou nas quartas de finais. No masculino com Marcus Vinicius, Bernardo Oliveira e Daniel Xavier  perdemos da Colômbia. No feminino com  Ane Marcelle dos Santos, Larissa Costa e Sarah Nikitin, perdemos de Cuba. A Colômbia ficou com os 2 títulos.

TAEKWONDO- BRASIL SEM MEDALHAS EM MANCHESTER
O Brasil enviou 7 atletas para a disputa do Grand Prix de Manchester, uma das competições mais importantes do ano e que valia pontos para o ranking olímpico. Os 32 melhores do mundo em cada categoria competiram. E o resultado final não foi bom. 

Apenas Talisca Reis conseguiu ficar próxima da medalha. Na categoria 49kg ela venceu na estréia Rukiye Yildirim da Turquia e depois Lin Wan Tin de Taipei. Caiu nas quartas de finais na luta que valia a medalha,  para Yasmina Aziez da França. Na mesma categoria Iris Sing venceu uma luta e caiu na 2º para Lucija Zaninovic da Croácia. 

Os outros 4 atletas foram derrotados logo na 1º luta: Julia Vasconcelos ( 67kg) perdeu para Paige Mc Pherson dos EUA, Henrique Precioso ( 80kg)  perdeu para Masoud Hajizavareh do Irã,  Guilherme Felix (+80kg) perdeu na 1º luta para Dmitriy Shokin do Uzbequistão e Marcio Wenceslau ( 58kg) perdeu  para Feyi Pearce da Grã-Bretanha. No final do ano no México teremos o Grand Prix Final. 

MUNDIAL DE LEVANTAMENTO DE PESO- BUSCANDO UMA INÉDITA MEDALHA

A partir de 8 de novembro teremos o mundial de levantamento de peso em Almaty, no Casaquistão. A lista oficial no site da competição mostra 13 brasileiros inscritos: 8 homens e 5 mulheres. A principal chance de bom resultado  é com Fernando Reis, na categoria acima de 105kg. A cada ano ele melhora os resultados. No ano passado foi 7º no mundial. Esteve na última Olimpíada e foi ouro no Pan de Guadalajara. No feminino, Jaqueline Ferreira foi 8º colocada na última Olimpíada e participa na categoria 75kg. Ela foi desclassificada no último mundial.  Rosane Santos, Liliane Lacerda, Monique Araújo, Marco Túlio Gregório e Mateus Machado também estiveram no mundial 2013, mas não terminaram entre os 10 melhores.  


Confira a lista:  Alexsandra Gonçalves e Rosane Santos ( categoria 53kg), Liliane Lacerda ( 69kg),  Monique Araújo e Jaqueline Ferreira ( 75kg),  Wellison Silva (77kg), Paulo Martins  e Josue Ferreira (85kg),  Marco Tulio Gregório e Douglas Santos  (94kg), Mateus Gregório e Patrick Mendres ( 105kg) e  Fernando Reis (+105kg)

 TÊNIS DE MESA- CAZUO SEM VITÓRIAS NA COPA DO MUNDO
Assim como Caroline Kumahara que perdeu seus 2 jogos na Copa do Mundo, o mesmo ocorreu com Cazuo Matsumoto neste final de semana. Na disputa que reuniu 20 atletas Top do mundo ele perdeu para Tiago Apolonia de Portugal e Kamal Achanta da India por 4 a 1, sendo eliminado na fase de grupos. Cazuo participou por ser o melhor das Américas. O título para variar ficou com um chinês, Jike Zhang, que derrotou na final….outro chinês, Ma Long por 4 a 3.

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

A GERAÇÃO DE PRATA- 1984

Série: Momentos históricos do esporte brasileiro 


A 1º medalha olímpica do vôlei brasileiro veio em 1984, Jogos Olímpicos de Los Angeles, no masculino. Hoje é conhecida como  a “geração de  prata”. Não dá para negar que as ausências de Cuba e União Soviética,  potências na época, facilitaram a medalha brasileira. Mas o  Brasil  tinha um timaço titular , apesar de muitos com estatura baixa. William  era ótimo levantador. Nas pontas os espetaculares Renan, Montanaro e  Xandó. E no meio de rede o mágico Bernard e o eficiente Amauri.  O  técnico era Bebeto de Freitas

Na época os sets eram disputados  até 15 pontos, sendo que para marcar um ponto a equipe precisava estar  com o saque ( vantagem).

A campanha:

Na estréia,  vitória contra o bom time da Argentina por 3 a 1. Na sequência 3 a 0 na  Tunísia. No 3º jogo, derrota para a Coréia do Sul que adorava nos  complicar em Olimpíadas por 3 a 1.  No 4º jogo, só a vitória diante dos  EUA nos classificaria. E fizemos 3 a 0, eliminando os sul-coreanos que  haviam tomado 3 a 0 dos EUA. Os 3 terminaram com 3 vitórias mas o Brasil se classificou no saldo de sets. Em 2º os americanos. No outro grupo  avançaram o surpreendente Canadá e a Itália, superando os tradicionais
asiáticos China e Japão.

Na semifinal fizemos 3 a 1 na Itália e  encontramos novamente os americanos na final. Mas desta vez o time de   Timmons, Karch Kiraly, Craig Buck e Dave Sunders foi arrasador : 3 a 0. Bronze para a Itália.

A medalha de prata  abriu um espaço cada vez maior para o vôlei   na  mídia e no interesse do povo brasileiro. Logo se tornaria o esporte  número 2 do Brasil superando o basquete. Em 1992 a 1º medalha de ouro

Elenco brasileiro

Levantadores: William e Bernardinho
Meios de rede: Bernard, Amauri, Rui, Domingos Maracaná
Ponteiros: Xandó, Montanaro, Renan, Badalhoca, Fernandão e Marcus Vinicius Freire




Reveja um trecho do jogo semifinal contra a Itália