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quinta-feira, 5 de setembro de 2013

QUAIS MODALIDADES MELHORARAM RESULTADOS, UM ANO DEPOIS DE LONDRES- parte 2

Há pouco mais  de um ano terminou a Olimpíada de Londres. Faço hoje uma análise:  em cada modalidade, MELHORAMOS ou PIORAMOS em relação ao que tínhamos em 2012? Quais as chances de medalha, caso a Olimpíada de 2016 fosse hoje.

Há 15 dais eu publiquei a parte 1 desta análise 

http://esporteolimpicobrasileiro.blogspot.com.br/2013/08/quais-modalidades-melhoraram-resultados.html

Devido aos diversos mundiais na semana passada, posto agora a 2º parte

LUTAS- IGUAL

Joice Silva é nossa melhor atleta e evolui a cada ano. Ainda em 2012 teremos o mundial para termos uma melhor avaliação da evolução da modalidade

Quem brigaria por medalhas se a Olimpíada fosse hoje: ninguém


NATAÇÃO- MELHOROU
Além de Thiago Pereira e Cesar Cielo voltarem a conquistar medalhas no mundial, tivemos Felipe Lima sendo bronze no mundial e o aparecimento de Marcelo Chierighini nas provas de nado livre com ótimos resultados

Quem brigaria por medalhas se a Olimpíada fosse hoje: Cesar Cielo, Marcelo Chierighini, Thiago Pereira e Felipe Lima

NADO SINCRONIZADO- MELHOROU
O Brasil ficou em 10º por equipes no mundial. Já no dueto, nossa principal dupla (  que esteve na Olimpíada 2012), Lara Teixeira/ Nayara Figueira não esteve no mundial. A dupla que competiu Lorena Molinos/ Giovana Sthepen não chegou a final.

Quem brigaria por medalhas se a Olimpíada fosse hoje: ninguém

POLO AQUÁTICO- IGUAL

Não estivemos em Londres com nenhuma das seleções. A feminina foi ao mundial 2013, mas perdeu todos os jogos

Quem brigaria por medalhas se a Olimpíada fosse hoje: ninguém



PENTATLO MODERNO- MELHOROU
Depois da inédita medalha de bronze, Yane Marques continuou brilhando em 2013. Foi vice-campeã mundial indo bem até no evento combinado

Quem brigaria por medalhas se a Olimpíada fosse hoje: Yane Marques

REMO- IGUAL
Assim como na Olimpíada em que nenhum dos atletas chegou próximo de uma final, no mundial 2013 o fato se repetiu. A modalidade é uma das que mais precisa de mudanças no Brasil.

Quem brigaria por medalhas se a Olimpíada fosse hoje: ninguém

RUGBY SEVENS- IGUAL
A seleção feminina é um pouco melhor que a masculina, mas ainda longe das melhores do mundo
Quem brigaria por medalhas se a Olimpíada fosse hoje: ninguém

SALTOS ORNAMENTAIS- PIOROU
A modalidade continua sem renovação. No mundial, só o experiente Cesar Castro nos representou. E ainda tivemos em junho a notícia do doping de Hugo Parisi.

Quem brigaria por medalhas se a Olimpíada fosse hoje: ninguém



TAEKWONDO- MELHOROU
Tivemos pós-Londres o surgimento do atleta Guilherme Dias, que acabou sendo bronze no mundial.

Quem brigaria por medalhas se a Olimpíada fosse hoje: Diogo Silva e Guilherme Dias

TÊNIS- MELHOROU
Nossos duplistas Marcelo Melo e Bruno Soares continuam obtendo ótimos resultados com outros parceiros no circuito mundial.

Quem brigaria por medalhas se a Olimpíada fosse hoje: a dupla Marcelo Melo/ Bruno Soares


TÊNIS DE MESA- MELHOROU
Cazuo Matsumoto obteve seu melhor ranqueamento neste ano, inclusive vencendo o aberto da Espanha. O garoto Hugo Calderano venceu o aberto do Brasil e promete ser o principal mesa-tenista brasileiro nos próximos anos.

Quem brigaria por medalhas se a Olimpíada fosse hoje: ninguém

TIRO- MELHOROU
Depois dos resultados fracos na Olimpíada, tivemos Roberto Schmits se classificando para a final da Copa do Mundo em 2012, em que acabou em 11º. O mundial da modalidade  acontece agora em setembro.

Quem brigaria por medalhas se a Olimpíada fosse hoje: ninguém

TIRO COM ARCO- MELHOROU

Atletas da seleção como Bernando Oliveira e Daniel Xavier estão evoluindo nos resultados com a participação em etapas da Copa do Mundo

Quem brigaria por medalhas se a Olimpíada fosse hoje: ninguém

TRIATLO- IGUAL
Pamella Oliveira e Diogo Sclebin continuam em posições intermediárias nas etapas do circuito mundial

Quem brigaria por medalhas se a Olimpíada fosse hoje: ninguém

VELA- MELHOROU
Tivemos no último final de semana um campeão mundial: Jorginho Zarif na classe Finn. Fernanda Oliveira e Ana Barbachan venceram etapas da Copa do Mundo na classe 470 e Robert Scheidt tem obtido resultados animadores na Laser

Quem brigaria por medalhas se a Olimpíada fosse hoje: Jorginho Zarif, Fernanda Oliveira/Ana Barbachan e Robert Scheidt


VÔLEI- MELHOROU
Seleção feminina, bicampeã olímpica, voltou a vencer o Grand Prix. Seleção masculina, mesmo renovada, foi vice na Liga Mundial.

Quem brigaria por medalhas se a Olimpíada fosse hoje: seleções masculina e feminina

VÔLEI DE PRAIA- MELHOROU NO FEMININO, IGUAL NO MASCULINO

Com o fim da dupla Juliana e Larissa,  Taiana e Talita vem dominando o circuito mundial. Já no masculino, as mudanças nos parceiros ainda não consolidou uma dupla brasileira na liderança da competição.

Quem brigaria por medalhas se a Olimpíada fosse hoje: Taiana/Talita, Pedro/Bruno, Ricardo/Alvaro

terça-feira, 3 de setembro de 2013

BASQUETE- UMA CAMPANHA BIZARRA E BRASIL ESTÁ FORA DO MUNDIAL

É amigo leitor. Depois de um fim de semana com conquistas surpreendentes e espetaculares para o esporte brasileiro com o título mundial de Jorginho Zarif, a medalha de Isaquias no mundial de canoagem e a melhor campanha do judô brasileiro em mundiais, assisti a um ENORME VEXAME.

A seleção de basquete masculino não só ficou sem uma das 4 vagas para o mundial, como foi eliminada na 1º fase com 4 derrotas em 4 jogos. Uma sucessão de atuações bizarras.


Perder para Porto Rico é normal. Ser surpreendido pelo Canadá, dá para encarar. Mas é inadmissível perder para Uruguai e Jamaica. Em toda a minha vida, sempre o Uruguai foi um time chamado para amistosos em que o Brasil vencia por 30, 40 pontos. E a Jamaica. É tão inexpressiva no cenário da modalidade que nem disputou a última Copa América em 2009 e o Pré-Olímpico 2011. Mas vendo a campanha do Brasil nos jogos anteriores fez o " jogo da vida". Uruguai e Jamaica não irão ao mundial e não incomodarão as seleções do grupo B ( Argentina, México, Venezuela e Rep Dominicana) no cruzamento.

Não tiro a razão dos jogadores da NBA em quererem descanso, já que o ano é o 1º do ciclo olímpico. Isso também aconteceu em outras seleções. Mas com os jogadores brasileiros que atuam na Europa e os da hoje badalada NBB, o Brasil tinha obrigação de classificar para o mundial.

Muitos atletas demonstraram durante a competição estarem fora de forma. O técnico Magnano mostrou um descontrole impressionante, sendo até expulso na partida contra o Canadá. Não é isso que se espera de um técnico campeão mundial com a Argentina. E também convocou mal, deixando de fora por exemplo o pivô Murilo. 






Em toda a história, o Brasil nunca ficou fora de um mundial. Ainda pode receber um dos 4 convites da FIBA. Eu sou contra. Não ganhou na quadra, tem que assistir pela TV.

domingo, 1 de setembro de 2013

GINASTICA RITMICA- BRASIL MELHORA RESULTADO EM RELAÇÃO A ÚLTIMO MUNDIAL


Obs: Confira as postagens sobre:  mundial de judô, mundial de canoagem, mundial de vela classe Finn e Grand Prix de vôlei, logo abaixo deste resumo da semana


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No mundial da Ucrânia, a seleção brasileira terminou em 12º no conjunto. O título ficou com a Bielorrússia. É uma grande evolução pois em 2011 o Brasil ficou em 26º lugar e acabou fora da Olimpíada de Londres.

No individual, Angélica  Kvieczynski  foi 33º e Natália Gáudio 35º entre 95 ginastas. 

O conjunto brasileiro teve  Beatriz Pomini, Bianca Maia , Dayane Amaral, Débora Falda, Francielly Machado e Gabriela Paixão, comandadas por Camila Ferezin.
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MOUNTAIN BIKE - ACIDENTES ATRAPALHAM BRASILEIROS NO MUNDIAL
Outro mundial disputado neste final de semana foi o de mountain bike. O Brasil levou 3 atletas para a prova:  Henrique Avancini, Rubens Donizete e Ricardo Pscheidt.

Logo no início da prova, uma grande queda envolvendo vários ciclistas prejudicou Donizete e Pscheidt que tiveram de mudar a estratégia.

Ao final da 1º  volta Henrique Avancini estava na 4º posição. Ele se manteve entre os líderes mas na 4º volta também se envolveu em um acidente, batendo a cabeça. Avancini voltou para a prova apesar da gravidade do acidente e concluiu em 40º. Rubens Donizete foi 41º e Ricardo Pscheidt  46º. A medalha de ouro ficou com o suiço Nino Schurter, que comemorou o bicampeonato.

No feminino  Isabella Lacerda ficou na 35ª colocação. A medalha de ouro foi para a francesa Julie Bresset.
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Resultado da enquete 

Quem foi o maior destaque do Brasil no mundial de atletismo?


Carlos Chinin- 85%,  rev 4x100 m 7,5% e Paulo Roberto de Paula 7,5%
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BASQUETE- XIIIIIIIIIII!!!! 

 
A seleção masculina teve sua pior atuação desde a estréia de Ruben Magnano como treinador neste domingo. Tomamos uma sova, do apenas esforçado time do Canadá por 91 a 62.  Uma atuação bizarra.  Na estréia já havíamos perdido para Porto Rico. Mesmo sem os atletas da NBA, não dá para jogar tão mal assim.
Nesta segunda contra o Uruguai e na terça contra a Jamaica, o Brasil precisa vencer para não ser eliminado já na 1º fase.  São 2 adversários modestos.


A partir da 2º fase, os resultados desta primeira fase são carregados e o Brasil teria mais 4 jogos. O grupo B está bem embolado. A Argentina já perdeu da Rep Dominicana e os dominicanos  apanharam da Venezuela. Os venezuelanos perderam do México. 


Com as duas primeiras derrotas, o Brasil pode precisar até vencer todos os confrontos da segunda fase para ir ao mundial, que distribui 4 vagas para as Américas. 
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REMO- RESULTADOS PÍFIOS NO MUNDIAL

Se a canoagem brasileira vem avançando a cada ano, que culminou com a medalha de bronze de Isaquias Queiroz no mundial 2013, nosso remo continua apenas fazendo número em campeonatos internacionais. No mundial desta semana o melhor resultado em PROVAS OLÍMPICAS veio no double skiff peso leve: Ailson Silva e Diego Nazário foram 2º na final C, 14º no geral.

Bianca Miarka terminou em penúltimo na final C do single skiff do mundial. Fechou em 16º entre 17 competidoras.  


No 4 sem peso leve, o renovado time brasileiro também ficou em penúltimo na final C do mundial. Entre 18 equipes ficamos em 17º.

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RESULTADO DA ENQUETE

 
Estamos há 3 anos da Olimpíada do RJ. Em 2012 conquistamos 17 medalhas. Qual sua previsão para 2016?


de 24 a 27 medalhas- 33%
de 19 a 23 medalhas - 27%
de 28 a 32 medalhas- 22%
de 6 a 10 medalhas- 5%
de 33 a 37 medalhas- 5%
de 15 a 18 medalhas- 5%

JUDÔ- BRASIL ENCERRA MUNDIAL 2013 COM RECORDE DE MEDALHAS

No último dia do mundial de judô com competições individuais os 2 judocas brasileiros que tiveram bom desempenho durante  toda a temporada confirmaram medalhas: Maria Suelen ( +78kg) e Rafael Silva ( +100kg) foram PRATA. 

Eles só caíram nas finais diante de 2 monstros do judô atual e para quem são fregueses: Idalys Ortiz de Cuba e o Pelé do judô hoje, Teddy Riner da França. 

Assim o Brasil terminou com 6 medalhas, sendo 5 do feminino: 1 ouro (  Rafaela Silva), 3 pratas ( Maria Suelen, Erica Miranda e Rafael Silva), 2 bronzes ( Sarah Menezes e Mayra Aguiar). Foi o recorde de medalhas em uma edição do mundial. Em 2011 foram 5.
 

Mas em relação ao quadro de medalhas a outra edição em que o Brasil foi sede, em 2007, o desempenho foi melhor. Agora fechamos em 4º atrás de Japão, França e Cuba. Em 2007 devido a 3 ouros ficamos em 2º. 


O judô feminino fez uma campanha acima do esperado. Além das medalhistas olímpicas Mayra e Sarah terem ganho medalhas, Erika Miranda desta vez não bateu na trave e Maria Suelen mostrou toda evolução que teve pós Londres. Rafaela Silva que há anos já mostra ser uma ótima judoca, teve tranqüilidade para ganhar um OURO incontestável.


No lado masculino, só Rafael Silva, daqueles considerados favoritos, confirmou medalha. Charles Chibana foi a "surpresa brasileira no mundial". Perdeu medalhas em lutas contra japoneses em pequenos detalhes. Felipe Kitadai  e Renan Nunes, caíram logo na estréia para adversários mais fracos.  


Eduardo Santos e Luiz Revite também caíram na estréia, mas não estavam cotados para medalhas. Luciano Correa, que já foi campeão mundial, perdeu uma luta possível de vencer. Idem a Bruno Mendonça. 

Victor Penalber tinha boas chances mas pegou um francês que viria ser campeão mundial. 


Enfim, o judô será mesmo o esporte mais preparado para ajudar o quadro de medalhas do Brasil na Rio 2016.


CANOAGEM- PELA 1º VEZ NA HISTÓRIA, BRASIL CONQUISTA MEDALHA NO MUNDIAL

Assim como Jorginho Zarif na vela, outro garoto brasileiro brilhou neste final de semana. O baiano Isaquias Queiroz, apenas 19 anos, conquistou a 1º medalha da canoagem velocidade do Brasil na história da competição.

Na prova olímpica do C1 1000m, ele superou fortíssimos adversários e ficou com o BRONZE com 4m14s154. Na frente dele apenas os 2 últimos CAMPEÕES OLÍMPICOS:  o húngaro Attila Vadja ouro e o alemão Sebastián Brendel prata.


Isaquias já havia sido campeão mundial júnior. Muito deste resultado histórico se deve ao trabalho do técnico espanhol Heros Ferreira. É uma medalha para ser muito valorizada. Isaquias ficou a frente por exemplo do medalhista de bronze em Londres, Mark Oldershaw do Canadá e do francês Mathieu Goubel, 5º na Olimpíada.

Outros brasileiros:

 
Ótimo mundial de Nivalter Santos no c1 200m- venceu as eliminatórias tanto da primeira fase quanto na semifinal. Na final foi o 5º. Fez 39s207 contra 39s060 do medalhista de bronze Alfonso Benavides da Espanha. O ouro ficou com Valentin Demyanenko do Azerbaijão. Na última década Nivalter foi o melhor canoísta brasileiro. Finalista em outros mundiais, ficou fora da Olimpíada 2012. O resultado de 2013 mostra que recuperou a boa fase.

Erlon Souza e Ronilson Oliveira- venceram a final B do C2 1000m e terminaram em 10º no mundial. 

Atletas do caiaque que PAGARAM AS DESPESAS para participar do mundial:


Ana Paula Vergutz- foi última na final B, 18º no geral do k1 500m

Celso Oliveira -  venceu a final C do k1 1000m no mundial. No geral ficou em 19º

Edson Isaias- venceu a Final C do K1 200m, terminando em 19º geral

VELA- O TÍTULO MAIS SURPREENDENTE DO ANO: JORGINHO ZARIF CAMPEÃO MUNDIAL FINN

Jorginho Zarif  conquistou neste sábado o título mais inesperado do ano, o mundial da classe Finn, em Tallin, na Estônia. 

Ele tem apenas 20 anos. É o mais jovem atleta a conquistar os mundiais júnior e adulto.
Há 41 anos o Brasil não conquistava esse título na Finn. O último havia sido com  Jörg Bruder em 1972. 
 
Para se ter uma idéia, no ano passado o brasileiro  ficou em 20º entre 24 competidores na Olimpíada. No último mundial havia sido 32º. O barco e o mastro da conquista do título mundial são os mesmos de Londres. Algumas mudanças foram feitas apenas na vela. 


Os fracos ventos cancelaram 3 regatas ao longo da semana e isso beneficiou o brasileiro. Ele começou muito mal com um 44º lugar, que acabou sendo descartado. VENCEU a  2º regata. Foi 24º na 3º regata. Depois colecionou uma série de bons resultados que o fizeram disparar na liderança: 3ª lugar, vitória na 5º regata, 9º na penúltima e 7º na última regata. Foi para a Medal Race precisando apenas completar a regata para garantir o título. 

O vice-campeão foi o britânico  Edward Wrigh. O holandês Pieter Jan ( 4º na Olimpíada 2012) bronze. O medalhaste de bronze em Londres,  Lobert  ( França) foi apenas o 5º. O grande nome da Finn e da vela mundial, Ben Ainslie, não disputou o mundial. 

Um dos motivos pela melhora no desempenho de Jorginho foram os treinos com o rival de classe, mas grande parceiro  Bruno Prada, ex-companheiro de Robert Scheidt na Star. Outro motivo é a presença do técnico espanhol, Rafa Trujillo, que já treinou vários  medalhistas olímpicos

Jorginho é filho de Jorge Zarif, que esteve nos Jogos Olímpicos de 84 e 88 e faleceu aos 50 anos, em 2008. No começo daquele ano, ainda com 15 anos, Jorginho disputou ao lado do pai a seletiva brasileira para a Olimpíada de Pequim e ficou em 2º lugar, perdendo a vaga pela margem mínima para o carioca Eduardo Couto

VÔLEI- BRASIL EXTERMINA ADVERSÁRIOS E CONQUISTA GRAND PRIX 2013

Uma campanha mais que perfeita do Brasil na fase final do Grand Prix de vôlei. Em 5 jogos, 5 vitórias e todas por 3 sets a 0. 

É o 9º título brasileiro no Grand Prix. Não vencíamos desde 2009. 

Adversários que sempre foram complicados como EUA e China, caíram com facilidade. As outras vitórias aconteceram contra Japão, Itália e Sérvia. 

Thaisa foi a melhor bloqueadora. Sheilla de volta a seleção depois da Olimpíada foi a grande comandante. A estreante Gabi e Fê Garay arrasadoras no ataque. E Dani Lins se consolidou como ótima levantadora.

O grande objetivo agora é manter esse mesmo desempenho técnico para buscar o INÉDITO título do campeonato mundial em 2016. 

O elenco campeão do Grand Prix teve: 
Levantadoras: Dani Lins e Claudinha 

Meios de rede- Fabiana, Juciely, Adenízia, Thaisa


Ponteiras: Fê Garay, Gabi, Priscila e  Michelle 


Opostos: Sheilla, Monique


Líbero: Fabi e Camila Brait 


Técnico: José Roberto Guimarães.