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terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

TAEKWONDO E BOXE TEM TORNEIOS IMPORTANTES NESTA SEMANA

TAEKWONDO- BRASIL NO US OPEN
A tradicional competição de taekwondo começa nesta terça nos EUA  e vai até sábado com atletas do mundo todo. O Brasil terá 15 atletas: Kátia Arakaki (-49 kg), Talisca Reis (-49 kg), Rafaela Araújo (-57 kg), Júlia Santos (-62 kg), Rafaela Santos (-73 kg), Helloraine Paiva (+73 kg), Karem dos Santos (-62 kg), Natália Falavigna (-73 kg), Michael Silva (-54 kg), Guilherme Dias (-58 kg), Marcel Wenceslau (-63 kg), Diogo Silva ( -68kg) Gustavo Almeida (-68 kg), Thiago Simões (-74 kg) e Diego Azevedo (-80 kg).  Em 2012 o Brasil levou 1 ouro com Márcio Wenceslau, uma prata com Diogo Silva e 3 bronzes.  Além dos já veteranos Diogo Silva e Natalia Falavigna, a  principal expectativa fica por conta da atuação de Guilherme Dias, a grande promessa do taekwondo brasileiro após vencer o panamericano no final do ano passado. Outros nomes para observarmos: Kátia Arakaki e Helloraine Paiva.

BOXE- BRASIL COM 5 PUGILISTAS EM TORNEIO NA BULGÁRIA

 A cidade de Sófia, na Bulgária, recebe a partir desta terça, uma tradicional competição de boxe amador, o Strandja Memorial. No ano passado, Esquiva Falcão, que meses depois se tornaria medalhista olímpico, ganhou bronze na competição. Desta vez o Brasil terá 5 atletas, sendo que apenas Robson Conceição ( 60kg) já é figurinha carimbada na seleção. Os outros atletas são:   Joedison de Jesus ( 64kg), Roberto Queiroz ( 69kg), Lucas Martins ( 75kg) e Michel Borges ( 81kg). Búlgaros, cubanos, alemães, ingleses e russos serão os principais adversários.   

domingo, 17 de fevereiro de 2013

LUTA- MULHERES CONQUISTAM 3 BRONZES NA BULGÁRIA

No tradicional torneio Dan Kolov& Nicola Petrov, o Brasil conquistou 3 medalhas de bronze, todas no feminino, como geralmente acontece. As medalhas vieram com nossos 3 principais nomes da modalidade : Joice Silva (59 Kg), Laís Nunes (63 Kg) e Aline Ferreira (72 Kg). As atletas brasileiras venceram adversárias de países tradicionais como Azerbaijão, Rússia, Bielorrússia, Bulgária e Cazaquistão.

JUDÔ- BRASIL CONQUISTA 4 BRONZES E UMA PRATA EM ETAPAS DA CONTINENTAL CUP

 Agora, as etapas da Copa do Mundo são denominadas Opens. Na Hungria, o Brasil levou 3 bronzes  com Bruno Mendonça ( até 73kg)  Elias Nacif ( até 90kg) e Renan Nunes ( até 100kg). No quadro geral de medalhas terminamos em 5º. A liderança foi do Japão com 5 dos 7 ouros em disputa conquistados. Já no Open da Áustria, para mulheres, o destaque brasileiro foi Eleudis Valentim ( foto), prata na categoria até 52kg. Ela venceu 3 lutas e só perdeu na final para Munkhbat, da Mongólia. Outro bronze foi obtido por Ketleyn Quadros ( até 57kg). O Brasil também foi 5º no quadro de medalhas. O Japão levou 3 dos 7 ouros disputados

RESULTADO DA ENQUETE
Quais os 3 melhores jogadores no Brasil no mundial masculino de handebol ?
Zeba 77%, Arthur Patrianova  e Rick 44%, Borges 33%


NATAÇÃO- CIELO VOLTARÁ A TREINAR COM BRETT HAWKE
Em março, Cesar Cielo voltará a treinar com Brett Hawke, treinador australiano que o comandou no bicampeonato mundial e no ouro olímpico. Acho excelente essa decisão. Mostra que Cielo não se conformou com o bronze olímpico em 2012 e acredita que pode voltar a vencer, no mundial de esportes aquáticos na metade do ano em Barcelona. Cielo deixa o projeto Pro 2016, assim como Thiago Pereira, que também estuda retornar a treinar nos EUA.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

MOMENTOS HISTÓRICOS DO ESPORTE BRASILEIRO: O TÍTULO DA LIGA MUNDIAL DE VÔLEI EM 2003, COM 5º SET DA FINAL FECHADO EM 31-29

O 3º título brasileiro na Liga Mundial veio em 2003 em Madri, o 2º da era Bernardinho. O Brasil havia sido campeão mundial em 2002 e aquele título serviu para reafirmar o Brasil como principal seleção do mundo, o que culminaria com o ouro olímpico em 2004. A campanha teve apenas duas derrotas para a Itália, ainda na fase de classificação. No mais, atropelamos alemães, búlgaros, russos, tchecos e na grande final a Sérvia de Milijkovic. O tie-break foi histórico. O que seria para terminar em 15 foi até 31 a 29 para o Brasil.

A campanha: 3 a 0 e 3-1 na Alemanha em casa, 3-1 e 2-3 na Itália fora, 3-0 e 3-0 em Portugal fora, 3-0 e 3-2 na Alemanha fora, 0-3 e 3-1 na Itália em casa, 3-1 e 3-1 em Portugal em casa. Na fase de classificação 10 vitórias e 2 derrotas.
Segunda fase:  3-1 na Bulgária, 3-1 na Rússia e 3-1 na Itália
Semifinal: 3-0 na República Tcheca. Na final 3- 2 na Sérvia e Montenegro

Elenco
Levantadores: Ricardinho e Maurício
Opostos: André Nascimento e Anderson
Pontas: Giovane, Nalbert, Giba e Dante
Líbero: Serginho,
Meios de rede: André Heller,  Henrique e Rodrigão

Participaram também da campanha: Roberto Minuzzi, Marcelinho, Murilo, Gustavo, Leandro Vissoto e Ezinho.





quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

ENTREVISTA DA SEMANA: MARINA ZABLITH- POLO-AQUÁTICO

De volta após pequena folga no carnaval, o blog Brasil Olímpico traz a entrevista com a capitã da seleção brasileira de polo-aquático Marina Zablith. Ela esteve na campanha do pré-mundial do Canadá, fez 6 gols e ajudou a classificar a seleção brasileira para o mundial de esportes aquáticos em Barcelona. Aos 25 anos, Marina é de uma família de nadadores. O pai disputou duas Olimpíadas, assim como o tio, ambos na natação. Como o Brasil será sede olímpica em 2016, Marina deverá ser a 1º da família, no polo-aquático. Marina respondeu a 8 perguntas.

1- Como você avalia a participação do Brasil no pré-mundial? E no jogo final em que jogamos de igual contra o Canadá ?

Acho que a equipe, apesar de todas as dificuldades como clima, lesões e problemas de saúde, cresceu bastante durante a competição. Com a entrada da nova técnica Sandy Nitta e as novas propostas, sempre existe um período para a adaptação. Mas no nosso caso foi bem rápido.  


2- Conte sobre os problemas físicos enfrentados durante a competição e as baixas temperaturas.
Geralmente competições nesta época do ano são bem complicadas para nós, pois aqui no Brasil geralmente estamos em ferias e em pleno verão. É  exatamente o oposto dos países do hemisfério norte que são os maiores praticantes de polo. O problema das baixas temperaturas foi amenizado pelo período de treinamento que tivemos em Montreal, antes da competição. Mas, assim como no Brasil no inverno, no Canadá estava tendo um surto de virose que acabou afetando uma grande parte da delegação. Mas para nossa felicidade a maioria das meninas conseguiu se recuperar para os jogos principais.

3- O que a Confederação poderia fazer para incentivar novos praticantes da modalidade?
Projetos oficiais como o Oficina na Piscina de Sao Paulo, idealizado pelo ex jogador Erik Seegerer ajudam a aumentar o numero de praticantes da modalidade. Excursões da seleção brasileira para treinamentos em outros estados que não somente Rio e Sao Paulo, levam o esporte a outros polos. Alem de incentivos a categorias de base.

4-A qualificação para o mundial gerou algum prêmio para as jogadoras.
Desde o ano passado a confederacao, estabeleceu premiações por objetivos alcançados como forma de incentivo para as atletas.

5- Até o mundial, a seleção fará treinamento nos EUA, jogará uma etapa da Liga Mundial e disputará um torneio amistoso. A eterna falta de intercâmbio começa a ser resolvida? Você acha que durará até 2016?

E uma iniciativa louvável, e que se durar ate 2016 trará MUITO benefício para o desenvolvimento da modalidade e da seleção.  Acredito que com a proximidades dos jogos de 2016 estes intercâmbios tornem-se cada vez mais frequentes sim.

6- Quanto tempo diário ou semanal você dedica a treinamentos. Há algum retorno financeiro?
Alem de jogar pela seleção brasileira e treinar com a mesma durante épocas de convocacão, sou atleta contratada pelo Pinheiros, que me prove um salario e toda estrutra que preciso para pratica do polo. Quando estou com a seleção tenho geralmente de 11 a 13 sessões de treino por semana de aproximadamente 2h30 cada. Mas quando estou com o pinheiros cai para 8 sessões, contando com a parte fora da água também ( musculação).

7- Nesse ciclo olímpico o que você considera mais fundamental para a seleção fazer um bom papel em 2016: tentar melhorar fisicamente, fazer muitos jogos internacionais, buscar novas atletas, ter técnicos estrangeiros...?
Acredito que tudo que vier somar para o desenvolvimento das atletas será indispensável neste ciclo. Um técnico estrangeiro pode ser uma ótima opção, mas não podemos esquecer que se faz necessário um técnico que conheça as jogadoras e que possa prover ao técnico estrangeiro todas as informações que ele precisa. Quanto a preparação fisica temos que ter um trabalho individualizado, focando nas deficiências de cada atleta e tentando formar time em que cada atleta esteja bem para realizar suas obrigações dentro da equipe. Jogos internacionais são importantíssimos para o ritmo da equipe. Atletas internacionais são importantes principalmente para aumentar a competição interna, já que são poucas atletas na seleção permanente.

8- Cite quem te apoia?
Familia, meu clube Pinheiros, minha confederacao(CBDA), o COB e todos que fazem parte da minha vida como atleta( técnicos, atletas, preparadores físicos, etc...)
Seria importante ter apoio de suplementos alimentares e materiais esportvos para treinamentos.


quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

MOMENTOS HISTÓRICOS DO ESPORTE BRASILEIRO: O BRONZE DO JUDOCA WALTER CARMONA NA OLIMPÍADA DE 1984

Até 1984, o judô brasileiro só havia conquistado uma medalha olímpica, com Chiaki Ishi, bronze em 1972. Mas na Olimpíada de Los Angeles, sem algumas potências da modalidade, que boicotaram os jogos como União Soviética e Cuba, o judô brasileiro levou 3 medalhas: a prata de Douglas Vieira e os bronzes de Luis Onmura e Walter Carmona.

Walter Carmona, nasceu em São Paulo e antes da medalha de bronze na categoria médio em Los Angeles ( quando tinha 27 anos) foi 5º colocado em 1980, em Moscou. Depois, na Olimpíada de 1988, Carmona não passou da 13º colocação.  Outro resultado importante da carreira dele foi o bronze no mundial de Paris 1979.

Na Olimpíada 1984  Carmona estreou vencendo Atef Mohamed do Egito. Depois passou por Michel Grant da Suécia. A 3º vitória foi sobre Bernhard Spijkers da Holanda. Na semifinal, Carmona caiu diante do americano Robert Berland, que seria medalhista de prata. Na repescagem, a luta que valeu medalha, Carmona venceu Densign White, da Grã-Bretanha.  O ouro foi para Peter Seisenbacher da Áustria e o outro bronze ficou com Seiki Nose do Japão. 


Reveja um vídeo da luta de Carmona na semifinal em que foi derrotado pelo americano Berland

 

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

ENTREVISTA DA SEMANA- DIOGO SCLEBIN- TRIATLO

A entrevista da semana é com o triatleta Diogo Sclebin, que disputou a Olimpíada de Londres e ficou na 44º colocação. Aos 30 anos, o tricampeão sul-americano respondeu a temas como a experiência em Londres, situação de treinamentos no Brasil e o que mais gosta na vida de atleta.

1- O que você tirou da experiência de disputar uma Olimpíada? O que tem de diferente em relação a  uma prova  do circuito internacional?
Participar dos Jogos Olímpicos significa coroar uma carreira de sucesso. Significa que a prática daquela determinada modalidade foi feita com êxito, com excelência por aquele atleta participante. Existe sim uma diferença, apesar de serem os mesmos atletas com quem costumo competir nas provas do circuito mundial. Jogos Olímpicos é um momento único, parece que todas as provas foram preparativas para aquela ali, daquele dia, a final de cada 4 anos.
2- Quais as principais competições que pretende disputar em 2013 ? Irá disputar etapas do circuito mundial?

A maior parte do meu calendário de provas de 2013 está voltado para provas no Brasil. Quero buscar e dar retorno aos patrocinadores em provas nacionais, aparecer mais aqui, mas sem deixar de lado algumas etapas de circuito mundial para continuar competindo com os melhores do mundo e me manter lúcido quanto ao nível mundial.

3- Qual das 3 provas do triatlo é a sua preferida, qual a que menos gosta e qual você acredita que precisa melhorar o desempenho?

Prefiro os treinos de corrida, não gosto muito dos treinos de ciclismo devido as condições ruins de asfalto, transito e respeito que encontro nos locais em que pedalo aqui em Minas Gerais (no Brasil em geral) mas quando esse cenário muda, adoro pedalar! A natação é o que menos me agrada, e a que mais sessões semanais eu tenho, média de 6. Sempre vou acreditar que tenho que melhorar seja qual for a modalidade, no alto rendimento o atleta nunca pode se sentir suficiente.


4- Como está sendo o apoio da Confederação Brasileira para treinamentos e provas?
A CBTRI foi essencial para minha conquista da vaga olímpica  me apoiando no custeio de passagem, hotel, alimentação e transfer nas competições em que ela julga interessante eu participar e desde que façam pontos para o ranking olímpico. Mesmo sim tenho críticas à forma da utilização do dinheiro.

5- Financeiramente, o triatlo compensa?

No meu caso não, a inspiração pela prática deve vir em alcançar medalhas, não dinheiro.

6- O que mais te dá prazer e o que mais chateia na vida de atleta?

 Curto as viagens, estar no meio de pessoas saudáveis, competir, vencer, ser dono do meu horário. Tenho a profissão que escolhi e por isso faço o que eu gosto e com prazer.
Me chateia não ser reconhecido como profissão, desrespeito no transito enquanto eu pedalo, baixa remuneração, treinar quase sempre cansado, nunca poder desligar ( seja Natal, reveillon, chuva...).

7- Cite quem te apoia e se tem patrocinadores

Conto com os apoios de; Tia Sonia Alimentos Naturais, Asics material esportivo, loja 3Shop, Prefeitura de Itajai-SC,  CBTri, Academia Companhia Athletica

sábado, 2 de fevereiro de 2013

VELA- MULHERES BRASILEIRAS BRILHAM EM MIAMI


A etapa de Miami da Copa do Mundo, mesmo sem contar com os principais velejadores do mundo, deu ao Brasil duas medalhas de ouro com duplas femininas, em classes olímpicas. Fernanda Oliveira e Ana Barbachan ( foto)  conquistaram o título na classe 470, vencendo duas e tendo  resultados regulares nas outras 9 regatas.  Vale ressaltar que as medalhistas olímpicas em Londres, não competiram. Outro ouro do Brasil veio na nova classe olímpica 49er FX  com Martine Grael/ Kahena Kunze.  Mais uma medalha do Brasil veio na classe Finn, com o bronze de Jorginho Zarif. O ouro foi para Caleb Paine dos EUA.

Outros resultados: André Fonseca/ Francisco Andrade, 7º na 49er, título para Strammer/ Brown dos EUA. Bruno Fontes em 5º na Laser, título para Jesper Stalheim da Suécia. Bimba em 8º na RS:X, título para Ivan Pastor da Espanha



HÓQUEI NA GRAMA- HOMENS EM 3º, MULHERES EM 4º NO SUL-AMERICANO
 
Seleção masculina  bateu o Peru por 4 a 1 e conquistou o 3º lugar no sul-americano masculino. Argentina foi campeã com o Chile vice. Na fase de classificação, o Brasil terminou em 4º lugar com vitória sobre o Paraguai, empate contra o Peru e derrotas para Uruguai, Argentina e Chile. Mas na disputa do bronze, vencemos o Peru, conquistando um resultado histórico.

Já a seleção feminina perdeu o bronze para o Uruguai, 4 a 1. O título ficou com a Argentina e o Chile novamente em 2º. Na campanha, o Brasil venceu o Paraguai, empatou com o Peru e perdeu para Argentina, Uruguai e Chile. 


MARATONA AQUÁTICA- ANA MARCELA É PRATA NA ARGENTINA
Na segunda etapa da Copa do Mundo, disputada na Argentina, a campeã da temporada passada, Ana Marcela Cunha ficou em 2º lugar. A vitória coube a americana Emily Brunemann, que já havia vencido na semana passada na etapa de Santos. Poliana Okimoto com diarréia e vômito não participou. No masculino a vitória foi do francês Romain Beraud, que também havia vencido em Santos. O melhor brasileiro foi Allan do Carmo, em 6º lugar. No ano passado na Argentina, Ana Marcela foi 6º e Allan 8º. A próxima prova será em Israel, dia 1 de março.  

 
POLO-AQUÁTICO:  SELEÇÃO FEMININA VAI AO MUNDIAL. MASCULINO FALTOU POUCO

 Nos torneios pré-mundial disputados no Canadá, a seleção feminina não teve maiores dificuldades para garantir a vaga no mundial de esportes aquáticos de Barcelona. Na fase de classificação bateu Argentina e Venezuela e no jogo que valia a vaga fez 13 a 6. Destaques para Marina Zablith e Izabella Chiapini com 3 gols cada. A outra vaga ficou com os EUA.

Já no masculino, a campanha na fase de classificação foi péssimo, com 3 derrotas para EUA, Argentina e Canadá. Mas no jogo que valia a vaga, o da semifinal, jogamos de igual contra o Canadá e perdemos por 7 a 6, com gol na prorrogação. A outra vaga também ficou com os EUA. 


RUGBY- SELEÇÃO FEMININA TERMINA EM 10º EM ETAPA DO CIRCUITO MUNDIAL
A seleção feminina de rugby sevens disputou mais uma etapa do circuito mundial em Houston, EUA e terminou em 10º lugar entre 12 equipes. O Brasil estreou com duas derrotas previsíveis para as fortíssimas  Rússia, por 27 a 0 e Austrália, campeã mundial 22 a 0. No 3º jogo, muito equilíbrio, mas vitória do Japão por 17 a 12. Na repescagem vencemos a Argentina, 27 a 0 e o Japão por 12 a 7. Dias 23 e 24 de fevereiro tem o sul-americano no Rio de Janeiro. O Brasil é favorito ao nono título consecutivo e a classificação para as próximas etapas do circuito mundial na China e Holanda. Em junho tem a Copa do Mundo na Rússia.


TÊNIS - BRASIL PERDE DOS EUA NA DAVIS

Faltou pouco para o Brasil surpreender os EUA, jogando fora de casa e vencer na 1º rodada da Davis. Depois de derrotas no 1º dia, a dupla Marcelo Melo/ Bruno Soares bateu a número 1 do mundo, os irmãos Bryan no sábado. No domingo, Thomaz Bellucci venceu Isner e empatou o duelo em 2 a 2. Mas no jogo decisivo, Thiago Alves lutou muito, salvou match points, mas perdeu de Sam Carrey por 3 sets a 1. Brasil terá agora que lutar para permanecer na 1º divisão no próximo confronto.